A financeira TODESCREDI busca atender com agilidade e eficiência as necessidades de soluções financeiras das lojas de suas marcas através de um portfólio completo de produtos e serviços.

Por ser uma financeira de Fábrica, a TODESCREDI opera com os melhores custos financeiros para os seus clientes.

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Gestão de Riscos

Com o advento da Crise Financeira Mundial 2008/2009, ficou exposta a fragilidade dos mercados financeiros em todo o Mundo. A importância de um sistema bancário solvente, lucrativo, saudável e sustentável passou a ser entendido como a peça chave para manutenção da confiança dos investidores, poupadores e tomadores de recursos.

Antes do início da Crise algumas realidades fundamentais da atividade bancária foram esquecidas: ciclos existem; as operações de crédito não podem crescer indefinidamente; liquidez nem sempre é abundante e barata; a inovação financeira envolve riscos, e esses riscos não podem ser ignorados.

As Instituições Financeiras podem e devem contribuir para um sistema mais forte por meio de um retorno aos fundamentos. Precisa concentrar-se em seus negócios recorrentes baseados em relacionamentos de longo prazo com clientes. Precisam ser cautelosas quanto à gestão de riscos.

A boa gestão de riscos deve ser independente das áreas de negócios e envolver os escalões mais altos de gestão. Uma atenção especial à liquidez e a total transparência dos agentes financeiros são fundamentais numa política eficiente de gestão de riscos.

Com base nestas premissas a política de gestão de riscos, já implementada pela Administração da TODESCREDI S/A, passou por revisões e adaptações visando melhor adaptar a Instituição a este novo contexto.

Permanecendo com uma estrutura física e de pessoal enxutas, a segregação de cargos e funções que promovesse o controle interno e minimizasse os riscos do negócio foi aprimorada, conforme o organograma a seguir:

Nesta segregação, a Diretoria Financeira Operacional ficou responsável pelos Riscos Operacionais, tendo abaixo uma Gerência Executiva que gerencia três coordenadoria distintas: Coordenadoria de Crédito com a função de analisar o risco de crédito das operações, Coordenadoria de Cobrança que possui o encargo da cobrança dos valores relacionados às operações realizadas e uma Coordenadoria de Tesouraria com a função de efetivar as operações analisadas. A Diretoria Administrativa ficou responsável pela Ouvidoria e tem, logo abaixo, uma Coordenadoria Contábil com as funções de contabilização e controle. A Auditoria Interna fica diretamente vinculada à Diretoria Financeira-Operacional e a Auditoria Externa fica diretamente vinculada à Diretoria Administrativa. Esta estrutura divide claramente as principais etapas relacionadas às operações da Financeira e, conseqüentemente, mitiga os riscos vinculados a fraudes e falhas:

As duas Diretorias anteriormente citadas, também possuem a incumbência da análise do Risco de Mercado, evidenciando, desta forma, o comprometimento de toda a Diretoria da TODESCREDI com a Política de Gestão dos Riscos do Negócio.

A Diretoria da TODESCREDI aprova as políticas e diretrizes para gestão de riscos. O processo de gestão de riscos envolve um fluxo contínuo de informações, obedecendo às seguintes fases:

a. preparação: fase de coleta e análise dos dados. Nessa etapa são analisadas e propostas medidas sobre os riscos, para discussão nos estágios operacionais e diretivos.

b. decisão: as decisões são tomadas no âmbito da Diretoria Colegiada (os 03 Diretores se reúnem periodicamente), e comunicadas às áreas intervenientes.

c. execução: as áreas intervenientes implementam as decisões tomadas.

d. acompanhamento: a Diretoria Operacional Financeira e a Gerência Executiva acompanham o cumprimento das deliberações, reportando-se às áreas operacionais quanto às medidas a serem adotadas.

Como o fluxo é contínuo, novas ações são propostas pelos gestores e são levadas à Controladoria, reiniciando-se, então, o processo de gestão de riscos.

Enfatiza-se, dessa forma, que o processo de gestão de riscos na TODESCREDI não está restrito à Coordenadoria de Crédito, mas envolve as áreas de negócios, área de Controles Internos e área estratégica da Empresa.

Nesta Política de Gestão de Riscos apresentamos a seguinte subdivisão dos mesmos:

Riscos Operacionais

Para a Gestão dos Riscos Operacionais a responsável é a Diretoria Financeira Operacional da TODESCREDI.

De acordo com a Resolução CMN nº 3.380/06, o conceito de risco operacional é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. A essa definição inclui-se o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela Instituição, bem como as sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pelo Banco. Entre os eventos de risco operacional, incluem-se:

fraudes externas;

fraudes internas;

falhas em processos;

falhas em sistemas;

danos ao patrimônio físico;

falhas nos negócios;

demandas trabalhistas;

interrupção do negócio.

Conforme já abordado no item anterior, a Estrutura Organizacional da TODESCREDI foi constituída visando diminuir ao máximo a possibilidade de fraudes e falhas relacionadas ao negócio, às pessoas e aos processos envolvidos, onde cada Coordenadoria, a Gerência Executiva e cada Diretoria executam um importante papel neste sentido. Tal exigência é clara quanto à delegação de autoridade e de responsabilidade; segregação de funções que envolvem a assunção de compromissos, a execução dos pagamentos e a contabilidade dos ativos e passivos; salvaguarda de ativos e Auditoria Interna específica para a Financeira, para testar a adequação e o cumprimento dos controles estabelecidos, bem como a observância da legislação e regulamentos.

Compete à Auditoria Interna a realização de avaliaçães periódicas de processos, identificando os riscos inerentes e a eficácia dos controles em uso e, implementar planos de ação para mitigar os riscos identificados e/ou aprimorar os controles. Esses processos resultam em menor exposição a riscos.

Muito antes de ser constituída a TODESCREDI, o Grupo TODESCHINI, acompanhando a tendência mundial, já contemplava em suas atividades processos para identificar, avaliar, controlar e mitigar potenciais riscos para seus negócios, registrando-os e analisando as perdas decorrentes, com o objetivo de tornar mais confiáveis e seguros suas práticas e sistemas, para isso constituiu uma Auditoria Interna, que periodicamente, avalia os processos e a eficácia dos controles das empresas do Grupo.

Embora a responsabilidade sobre a Gestão do Risco Operacional esteja a cargo da Diretoria Financeira Operacional, as decisões sobre a Gestão do Risco Operacional ocorrem, também, na Diretoria Colegiada, que incorpora proposições e delibera.

Ainda visando à mitigação dos Riscos Operacionais relacionados a falhas e/ou acidentes que resultem em interrompimento das operações da Financeira, que tem toda a sua operacionalidade baseada na utilização do Sistema de ERP das empresas SICRED e LYDIANS e de uma rede interligada através da Internet, foi elaborado um Plano de Contingência Tecnológica que demonstra a providência imediata invocando os procedimentos de recuperação do sistema corporativo da TODESCREDI, considerando o tempo de espera previsto para o restabelecimento da atividade, definido pela Diretoria da Instituição e de acordo com as exigências do Banco Central do Brasil (BACEN). Tal documento, em anexo, faz parte integrante deste trabalho.

A Gestão também considera o aspecto econômico de alocação de capital e dispõe de condições para atender aos aspectos regulatórios que venham a ser exigidos.

Processo de Gestão do Risco Operacional

O processo de gestão do Risco Operacional está estruturado em quatro etapas:

Os gestores das operações, com a assessoria da Controladoria, identificam as perdas operacionais e as fragilidades associadas aos processos, estabelecendo a vinculação com as causas (fatores e subfatores de risco).

No acompanhamento, monitoram a eficiência e a eficácia do processo de gestão do Risco Operacional. A estrutura do Risco Operacional evidencia que os fatores de riscos (pessoas, processos, sistemas e eventos externos) estão vinculados aos eventos de perda que resultem em impactos financeiros negativos.

Na etapa de mensuração são quantificadas as perdas esperadas e inesperadas, são identificados e revistos os indicadores, é efetuado o cálculo da exigência de capital, entre outros.

Na etapa de mitigação os gestores das operações utilizam-se da assessoria da Controladoria para definir, priorizar e implementar ações de mitigação (minimização) dos riscos operacionais identificados.

Conclusão

O risco operacional está presente nas atividades de Instituições Financeiras e pode trazer consequências negativas graves, relacionadas às perdas decorrentes de causas diversas. Identificar qual exposição ao risco e determinar em que nível esta é tolerada na condução dos negócios, é componente importante na cultura de gestão de riscos da instituição.

A TODESCREDI S.A., atenta às melhores práticas de gestão do risco operacional, investe continuamente na gestão promovendo a redução dos riscos e consequentemente das perdas operacionais, melhoria dos processos internos, aumento da credibilidade, resultando em maior competitividade, solidez e estabilidade.

Este relatório procura apresentar de forma resumida os principais aspectos relacionados a gestão de risco operacional na Instituição, descrevendo a estrutura e o modelo de gestão e atendendo aos requisitos de transparência.

Riscos de Mercado

A Gestão do Risco de Mercado está a cargo da Diretoria colegiada da TODESCREDI e está relacionado a prejuízos potenciais decorrentes de mudanças em fatores de risco como taxas de juros e de câmbio, índices e preços. A TODESCREDI faz a gestão desses riscos buscando otimizar a relação risco-retorno através de modelos internos e uso ferramentas de gestão baseadas nas melhores práticas adotadas pelo mercado. As ferramentas e parâmetros associados à otimização da relação risco-retorno, levam em consideração, entre outros fatores, a diversificação de riscos e limites mínimos de spread pertendidos. Seu objetivo é identificar, medir e informar diariamente os riscos de mercado e de liquidez da Instituição Financeira.

Além disso, a TODESCREDI emprega uma política conservadora na administração das exposições a riscos de mercado, supervisionando e controlando de forma independente todas as suas carteiras para cada fator de risco primário. Como prova disso, todas as operações realizadas são avaliadas diariamente.

A Diretoria, também estabelece os limites de exposição para cada uma das modalidades de operações praticadas, levando-se em conta fatores como a volatilidade do mercado, cenários previstos, oportunidades de lucro, riscos potenciais e as necessidades de funding, que, pela previsão estabelecida no Estudo de Viabilidade Financeira realizado quando da implementação da Instituição, será para os primeiros 03 (três) exercícios totalmente suportada pelo próprio Grupo Econômico.

Reuniões extraordinárias do Colegiado da Diretoria (Comitê de Riscos) são realizadas quando surgem mudanças inesperadas no ambiente macroeconômico que gerem oportunidades e/ou riscos.

O comitê de riscos, constituído por toda a Diretoria, também se reúne mensalmente. O objetivo principal do comitê é analisar políticas relacionadas à tesouraria, taxas praticadas, produtos, entre outros. Políticas de limite também são definidas por esse comitê, incluindo-se para a mesa de operações. Além disto, este Comitê trata dos seguintes temas: discussão do ambiente macroeconômico; discussão de posições tomadas e os riscos relacionados; e decisão sobre posições e exposições de acordo com os limites da política e novas oportunidades de negócio.

As exposições a riscos de mercado são controladas e administradas através da gestão dos descasamentos de moedas, vencimentos e taxas de juros.

A medida que a quantidade, diversificação e prazos das operações forem aumentando, este Comitê, comandado pela Diretoria, tem o encargo de elaborar novos processos para detectar, monitorar e mitigar os riscos de mercado.

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